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e-mental health?


A promoção de saúde mental em contexto laboral pode e deve abraçar o desafio das abordagens online e mobile.  Existem inúmeras ferramentas já disponíveis no mercado ou que estão em desenvolvimento por vários promotores, maioritariamente organizações do sector Employee Assistance, de saúde mental ou equipas de investigação. 

Não obstante as diferenças existentes no mercado europeu, i.e., em alguns países  já com elevada maturação (e.g., Holanda) noutros ainda a dar os primeiros passos (e.g., França, Portugal), a utilização de soluções de e-mental health é considerada estratégica.

A aposta numa implementação em grande escala permitirá uma significativa redução de custos de saúde, uma melhoria dos serviços prestados, um incremento da resposta a necessidades atualmente não atendidas (na UE em média de 6,8%), uma prevenção efetiva e um acesso precoce a tratamento especializado. 

Existe atualmente em curso investimento a nível europeu que promove e reforça o desenvolvimento e maturação das soluções de e-mental health e respetivos ecossistemas de produtos/serviços (eMEN project). A equipa outCOme teve o prazer de estar presente no seminário do projeto realizado no passado dia 11 de Julho em Amesterdão organizado pela Arq Foundation sobre o tema “e-mental health implementation: technical, quality and privacy issues”

Ainda que a implementação em contextos de promoção de saúde pública esteja mais experimentada e validada do ponto de vista científico e técnico, comparativamente ao contexto ocupacional, verifica-se transversalmente a necessidade de melhorar: a qualidade técnica dos produtos desenvolvidos; a sua acessibilidade; a redução de custos de desenvolvimento; as garantias de confidencialidade e privacidade na era digital (e respetivo cumprimento das novas normas de proteção e tratamento de dados na UE) e o desenho da implementação e respetiva avaliação de impacto. 

Particularmente no contexto ocupacional algumas questões chave na conceção e implementação de soluções de e-mental healthrelacionam-se com:

  •  Identificação clara dos drivers de participação, particularmente aspectos que estejam no controlo das chefias ou dos promotores da ferramenta (internos/externos);
  • A informação partilhada deverá motivar os colaboradores a realizarem ações preventivas de uma forma geral, bem como sugerir ações específicas na redução de riscos individuais identificados (e.g., factores de stress);
  • Desenvolver a ferramenta ancorada na perceção e experiência dos utilizadores (human driven approach) relativamente à sua usabilidade, utilidade e satisfação;
  • Controlar as influências do contexto ou interpessoais atendendo que a adoção de uma nova aplicação está fortemente ancorada na nossa rede social (e.g., se o colaborador considera que a chefia ou outro colega acham que devia usar a ferramenta).

Um abordagem de promoção de saúde mental web-based ou mobile na sua organização apresenta-se como pertinente face aos desafios atuais e futuros da digitalização do trabalho, e trará inúmeros benefícios, particularmente aos “early-adopters”.


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